sábado, 22 de agosto de 2009

Capitulo 3º

Ainda que escute algo similar a voz, entre o timbre d’meu silencio e o grito de desespero ca dentro, ou se perceber algo que escreva em seu nome, não serão motivos para lhe privar o tempo, mesmo que espere o decorrer de um século, a saudade me devoraria como um cão insano, assim ficarei ate tudo acabar e de forma nada ortodoxa servirei a minha impaciência tais caroços de cerejas, serão como um sopro no esquecido vão da memória e em meu prólogo estarei comemorando certamente.

Os falsetes da imprudência enganam aqueles cujos controlam as emoções, ou acham que as conhecem, nem todo imortal tem a audácia de abraçá-la sem nada sentir ou temer, prefiro fazer sua escultura, o seu afresco e conservar sua imagem fresca a cada milésimo de segundo, renovando o que ainda é recente, ao invés de ver sua silhueta sumir no horizonte nas noites lucilantes, quero esta perto, ainda que seguro a uma camisa de força, suprimir meu desejo em buscá-la em meus esforços de forma bastante insegura,
parecendo um animal,... totalmente derradeiro.


O segredo de um certo escritor, tal como a duvida de outro certo leitor, assim como quem disse:

“Imagino agora porque todos se perdem no desejo mesmo sem saber o quanto é preciosa,... é impossível esta contigo, sem querer estar contigo. Não ha distancia, tempo, ou espaço,... nem Eros lá no céu, cerra seus olhos para o que ainda é perfeito"


"Dizia o platônico, - "precisa-se conhecer a paixão no seu contexto geral, reconhece-la dos pés a cabeça, ser completamente "amador", para algo tão complexo!", tamanho era o desespero do alienado amante que ao desenvolver tais raciocínios tornara-se o pior dos enamorados.


Ao perceber o que isso significa e motivado pela força dos anteconhecimentos sucumbimos despedidas e ate logos, jamais nunca mais e nem ate nunca, somente os resguardamos.....,,
esperamos....


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