domingo, 23 de agosto de 2009

Capitulo 2º

Como um condenado, sentenciado a ter em seus encalços a culpa de seus atos, estarei confinado nas invisíveis barreiras do descaso ,seguramente perto o bastante para te sentir  presente e longe o bastante de teus olhos, tetando confiar  na proteção de teus guardiões, para então me redimir  de minha guerra particular e quando nos encararmos mais uma vez, abrirei um vinho da melhor safra e brindaremos sua embriaguez, não mais estarei agrilhoado, só centrado e fatigado, terei de suprimir o monstro dentro de meu ego e a poesia em minhas entranhas.
Minha mascara cairá qualquer dia e antes de saber o que se esconde por trás do oculto ,terei de me inclinar e lhe agradecer, quase esqueci o quanto ha essência e soberba ao querer alguém ou algo realmente valioso,...


- Sentir paixão.

Nesse caso me desprendo do contato sem nunca me distanciar do meu vicio, posso decepcioná-la por ser distintamente normal, sem insultar seu garbo sorriso com uma mortal falta de senso, por isso em sua volta tentarei não estar como “eles”, 

- Confusos.

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